sexta-feira, 8 de junho de 2012

A PRAGA




É preciso ter cuidado,
E prestar muita atenção,
Pois às vezes, tua fome
Não é de um pedaço de pão...
A tristeza que corrói
Não é só pela lembrança,
E o que aperta no teu dedo
É bem mais do que a aliança...

É preciso estar ciente,
E acreditar na sorte,
Pois nem sempre, é um sorriso
Que te salva ou te resgata,
E aquilo que te míngua 
Te arrastando para a morte,
É bem mais do que a angústia,
Não é a doença, é a praga!

É preciso enxergar longe,
Para frente e para trás,
Pois aquilo que se foi,
Não retornará jamais!
E  a culpa que te corta,
Não é faca, nem saudade,
Mas os olhos que te olham,
Suprassumo da maldade!

2 comentários:

  1. Olá!Boa tarde!
    Tudo bem?
    Belo!
    O tempo traz-nos sempre as pessoas "certas" e afasta de nós as "erradas"...Mas a profundidade desse problema dificilmente pode ser captada por quem confunde bondade com a “repugnância inata do homem em ver o semelhante sofrer” (Rousseau)...
    Obrigado pelo carinho da visita!
    Bom final de semana!
    Beijos com carinho

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  2. é... mas tudo é resultado da inveja que a maioria ou que muitas pessoas carregam... e o circulo só vai engordando... bjuuu

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