quinta-feira, 14 de junho de 2012

Alma no Papel





Ponho a alma no papel,
Mas não há papel
Sendo interpretado.
Não sou personagem
Da minha própria vida.

Sou real,
Tenho cara, sentimentos,
Assino embaixo
De tudo o que digo
Com meu próprio nome.

Para mim, é assim
Que deve ser.
Não me importa o que seja
Para você.

Somos livres!

Um comentário:

  1. Ana,muito linda e terna poesia!Bjs e meu carinho!Seu livro já está no Recanto!

    ResponderExcluir

Obrigada pela sua presença! Por favor, gostaria de ver seu comentário.

Mandrágora

Teu Nome – raiz de mandrágora Perpassando o meu caminho, Me fazendo tropeçar... Um dragão adormecido Em isolada cave...