Fala-me!...










Fala-me do quanto era lindo, e tão profundo 


Aquele crepúsculo, 


Que escondia fios de esperança 


Ao final de cada dia!... 






Fala-me dos sorrisos, 


Das palavras de quem jamais desistia, 


E mantinha-se firme, e acreditava, 


Sem nunca crer que não seria!.. 





Fala-me daquela vontade de viver 


Que nunca, jamais morria, 


Da beleza engrandecida e suave 


Daquela alma que nem notava que sofria! 




Conta-me, mil vezes, a mesma história, 


Pois eu preciso de motivos 


Para crer que houve motivos!... 





Fala-me então, da tua dor abstersa 


Purificada através dos meus pobres versos 


Que tentam reter, nas linhas, memórias 


Do que ainda está - e sempre estará 


Tão perto... 

















Comentários

  1. Uma bela poesia em que lindos momentos estão, ainda, bem presentes.
    Beijos.

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  2. Olá Aninha.
    Sempre tão lindos os teus poemas!
    Disse que viu o meu poema lá no Bicho do mato, é pena que não deu certo o concurso.
    A enquete deu problema, não computava certinho os votos, e por isso ele teve que parar.
    Está tentando um novo, vamos ver se dará certo.

    Tão bom te receber no meu blog!
    Muito obrigada!
    Um beijo
    Ivany

    ResponderExcluir
  3. Ana, seu layout está muito lindo.
    Adorei a sua postagem e me chamou a atenção isso:

    Conta-me, mil vezes, a mesma história,
    Pois eu preciso de motivos
    Para crer que houve motivos!...

    Quase sempre somos assim, não é?

    Um abraço
    Manoel

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