terça-feira, 23 de abril de 2013

Fala-me!...










Fala-me do quanto era lindo, e tão profundo 


Aquele crepúsculo, 


Que escondia fios de esperança 


Ao final de cada dia!... 






Fala-me dos sorrisos, 


Das palavras de quem jamais desistia, 


E mantinha-se firme, e acreditava, 


Sem nunca crer que não seria!.. 





Fala-me daquela vontade de viver 


Que nunca, jamais morria, 


Da beleza engrandecida e suave 


Daquela alma que nem notava que sofria! 




Conta-me, mil vezes, a mesma história, 


Pois eu preciso de motivos 


Para crer que houve motivos!... 





Fala-me então, da tua dor abstersa 


Purificada através dos meus pobres versos 


Que tentam reter, nas linhas, memórias 


Do que ainda está - e sempre estará 


Tão perto... 

















4 comentários:

  1. Uma bela poesia em que lindos momentos estão, ainda, bem presentes.
    Beijos.

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  2. Olá Aninha.
    Sempre tão lindos os teus poemas!
    Disse que viu o meu poema lá no Bicho do mato, é pena que não deu certo o concurso.
    A enquete deu problema, não computava certinho os votos, e por isso ele teve que parar.
    Está tentando um novo, vamos ver se dará certo.

    Tão bom te receber no meu blog!
    Muito obrigada!
    Um beijo
    Ivany

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  3. Ana, seu layout está muito lindo.
    Adorei a sua postagem e me chamou a atenção isso:

    Conta-me, mil vezes, a mesma história,
    Pois eu preciso de motivos
    Para crer que houve motivos!...

    Quase sempre somos assim, não é?

    Um abraço
    Manoel

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