terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

TRAMA








Os meus poemas
Não usam gravatas,
Polainas ou ternos,



Surgem da lama,
Eternos dilemas
Da alma insana
Que versos derrama
E até mesmo,
Às vezes,
Ama.



Os meus poemas
São de outro universo,
Avesso da trama
De um rico tecido:
Não brilham, não vencem,
Mas traçam os desenhos
E as estampas.



E de repente,
O fio arrebenta,
Cansa-se a roca
E a alma sangra.

*

Um comentário:

  1. Sangrando a nossa sensibilidade. Parabens. Meu carinho e saudades. Beijo da nuvem.

    ResponderExcluir

Obrigada pela sua presença! Por favor, gostaria de ver seu comentário.

Mandrágora

Teu Nome – raiz de mandrágora Perpassando o meu caminho, Me fazendo tropeçar... Um dragão adormecido Em isolada cave...