segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Pedra Solta








PEDRA SOLTA


Não me importam
A tua palavra rota,
A tua língua torta!
Se caio,
É sobre os meus joelhos,
E com as minhas mãos,
Eu sacudo o pó
Das ruas mortas,
Refaço meus artelhos!

Mas sempre me ergo,
Sempre!
E nunca, jamais,
Deixo a pedra solta
No caminho alheio!



 

7 comentários:

  1. Ana, que beleza de versos! Quando nos recompomos, e o fazemos, não podemos deixar as pedras para que outros tropecem. Bjs.

    ResponderExcluir
  2. Isto! Faça como na sua poesia, não se curve, luta e sorria para a vida!
    bjs,

    ResponderExcluir
  3. Nenhuma pedra tem o poder de fazer tropeçar uma mulher do teu tamanho Ana, no máximo estarão lá no meio do caminho, e tu a chutarás para longe.

    ResponderExcluir
  4. Se a tua força é como a das palavras que escreves, VENCERÁS, ANA !

    ResponderExcluir
  5. "Se caio, é sobre meus joelhos", puxa, serei muito sincera, nesta noite este verso traduziu algo preso aqui dentro. Como me admira tal efeito...Belíssimo! Grande abraço, Ana!

    ResponderExcluir
  6. Olá!Boa noite!
    Ana
    ...tropece , caia e levante... lute contra as dificuldades que diariamente surgem no seu caminho e que são provocadas pelos outros… esses que ainda não encontraram o remédio para uma vida melhor.Não revide contra esses. Recolha as pedras no chão.No final terá satisfação... E com as pedras, construa seu castelo!...
    Meu carinho
    Belo feriado
    Beijos

    ResponderExcluir

Obrigada pela sua presença! Por favor, gostaria de ver seu comentário.

É QUE ÀS VEZES, O ADEUS PESA...

Não, não pude olhar para trás,  Atravessar aquela rua, Ir ao pé da tua janela E me despedir. Não, eu  não pude hes...