Nada é certo; nem o fim...
Pobre de ti,
Pobre de mim!
Mendigos do universo
Que se alimentam
De letras e versos!
Até que, enfim,
Alguém desenhe
Um ponto (ou reticências)
Sobre os dilemas
Das aparências...
De quê adianta ver o mundo Sem ver jamais a paisagem diante Das próprias janelas? Ignorar as possíveis cores das telas Pinta...
MENDIGOS DO UNIVERSO ) PUXA, CERTÍSSIMO. LINDO POEMA, REFLEXIVO NA VERDADE. (NADA É CERTO , NEM O FIM ) FANTÁSTICO ! OLGUINHA COSTA
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