quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Apostas






Apostas sobrepostas
Nas bancas da vida:
Umas vencedoras,
Outras, vencidas...
Estradas fechadas,
Fontes ressequidas,
Palavras erradas,
Almas corroídas... 

Nem sempre, haverá
Faixas pintadas,
Muitas vezes,
Não há nada!...

Ninguém na chegada,
Apostas perdidas,
Silêncios pesados,
Cassinos fechados...

Quem sabe, a derrota
Seja bem mais fácil
Do que a vitória?...

E o esquecimento
Te traga mais paz
Que um dia de glória?

4 comentários:

  1. Meeeeuuuu!.
    Que poesia mais linda, minha irmã.
    Assuntos como estes urgem. Nosso jovens
    aprendem a só valorizar a glória. Que
    bênção ler esta poesia que ataca de frente
    este assunto.
    E... obrigada pela parceria
    Somos irmãs de poesia.

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  2. Oi Ana! que linda poesia, passa uma reflexão profunda para nós humanos!! Obrigada pela visita, volte sempre! Uma linda noite.

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  3. no curso da vida estamos sujeitos às nossas ações... eu tenho uma 'questão' séria comigo... eu me canso(enjoo mesmo) das coisas e de gente e aí, saio colocando fim em tudo, quando posso... quando não posso, me afasto por um tempo e me refaço ou para sempre... nem posso insistir em manter alguma coisa, quando acontece isso, pois se torna um desastre só...Viver não é fácil, mas sou feliz, assim, mesmo... gostei do poema, espelho da realidade... bjuuu

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