quarta-feira, 14 de março de 2012

Inversão Polar e Outras catástrofes

INVERSÃO POLAR E OUTRAS CATÁSTROFES

Com tantas catástrofes naturais acontecendo, existem alguns termos, como atividades solares e inversão polar, que ficamos confusos e inseguros. Algumas pessoas consideram estes fenômenos perfeitamente normais, e outras, até os ignoram, dizendo que eles sempre estiveram aí, e que a mídia é responsável por sua ampla divulgação, o que dá a impressão de que somente agora eles passaram a acontecer.

Como gosto de ficar sabendo do que está acontecendo á minha volta – principalmente quando também diz respeito a mim, resolvi pesquisar um pouquinho.


Não sou cientista e nem tenho conhecimentos sobre astronomia ou geologia, mas o que eu consegui entender no meio dessa parafernália de termos científicos, eu passo aqui.



Acho que existe uma forte conexão entre o planeta e seus habitantes, e ignorar os últimos acontecimentos é ignorar a própria história. Temos que prestar atenção, e mesmo que não possamos fazer mais nada para interferir – afinal, isso tudo nada tem a ver com poluição ou desmatamento, mas com atividades que são cíclicas – se a gente morrer, é melhor sabermos do que estaremos morrendo, não acham?



Eis o que aprendi sobre um possível cataclisma e suas possíveis causas:



-Atividades solares – As manchas solares podem interferir em várias coisas no nosso planeta, entre elas, na comunicação, navegação e abastecimento elétrico. Coincidentemente, nós estamos em uma época de atividade solar máxima. Se a coisa piorar ainda mais, estaremos propensos a doenças como o câncer, devido às radiações emitidas pelo sol. Uma radiação muito forte pode fazer enormes buracos na já prejudicada camada de ozônio, deixando-nos ainda mais vulneráveis. Redes elétricas inteiras poderiam derreter, deixando o mundo às escuras. Além disso, fios telefônicos, antenas e satélites também virariam purê.



-Vulcões – Bem, acho que até os mais leigos, como eu, tem uma idéia do que é um vulcão, e do que acontece quando há uma erupção. Mas eu escolhi um vulcão em especial, um vulcãozinho de nada, para servir de exemplo: O Supervulcão de Yellowstone, nos Estados Unidos. Esta gracinha tem uma cratera que mede 90 kilômetros de extensão, e se ele entrar em erupção, a atividade poderia durar semanas. As conseqüências seriam planetárias, devido à extensão do vulcão, e os efeitos poderiam persistir por meses ou anos! Quais seriam os efeitos? Além da grande quantidade de lava, uma emissão de gases venenosos e cinzas, que encobririam a luz do sol, deixando o planeta às escuras e sufocando o que estivesse pela frente. A boa notícia é que isso só aconteceria se o vulcão de Yellowstone explodisse. A má notícia, é que ele já pode estar nos estágios iniciais de erupção, segundo vários artigos que li.



-Terremotos – Bem, acho que vou pular esta parte, pois todos já estão muito bem informados sobre suas consequências, como as tsunamis, mudanças no eixo da terra... e tem havido muitos terremotos de grandes proporções ultimamente.



- Inversão polar – Um grande terremoto, ou uma erupção vulcânica de grandes proporções, poderia causar uma inversão polar; as consequências seriam:



-Animais migratórios, como pássaros, peixes e baleias, tomariam o rumo errado, e espécies inteiras seriam dizimadas.

-Satélites seriam queimados pela radiação solar, pois o campo magnético da terra ficaria vulnerável e os buracos na camada de ozônio aumentariam consideravelmente.
-Haveria mais terremotos e mais tsunamis...
-Grande parte da população do planeta – pessoas, plantas e animais – seria destruída, e quem sobrevivesse, preferiria não ter sobrevivido.
-Com o enfraquecimento do campo magnético da terra, a radiação solar causaria câncer e destruiria colheitas: doença e fome!
E como aconteceria a inversão polar? Pelo que eu entendi, seria assim: A terra pararia de girar por dois ou três dias, o que os cientistas chamam de ponto zero. Depois, ela começaria a girar de novo, mas para o outro lado. O tempo se aceleraria em função da freqüência vibratória do planeta, e o dia passaria a ter 16 horas, ao invés das 24 que conhecemos. Isso poderia ser causado por alguma mega atividade vulcânica ou terremoto.

Todos sabemos que existem usinas nucleares espalhadas pelo mundo todo, e logicamente, haveria um imenso acidente nuclear se alguma destas coisas acontecessem. Sem falar em bactérias e vírus que são cultivados em laboratórios hoje em dia, e armas químicas, que ficariam passeando soltinhas por aí, na água e na comida que restassem e no ar.


Alguns acreditam que os efeitos desta iminente inversão já se fazem sentir, em forma de insônias, dores de cabeça, cansaço, dores e problemas ósseos e de coluna, pesadelos, gripes e depressão. Todo mundo sabe que o magnetismo do planeta afeta não somente as marés, mas todos os seus habitantes, já que grande parte de nosso organismo é composto de água.



Bem, sou leiga, como noventa e nove por cento de vocês, portanto, perdoem-me se falei alguma besteira. Mas todas estas ‘besteiras’ são frutos de pesquisa. Nem vou citar as minhas fontes, porque qualquer um que deseje saber mais, pode consultar a imensa literatura disponível sobre o assunto. Não inventei nada disso, é tudo um pequeno – ínfimo – trabalho de pesquisa. E olha que levou apenas uma hora e pouquinho!



Publicado em: 17/03/2011 18:55:49

Um comentário:

  1. o homem está destruindo a vida no planeta . as explosões perto do sol estão trazendo mudanças radicais á natureza.e o coração do homem está contaminado pela ambição , querem descobrir como Deus foi feito... e nisso vao criando monstros invisiveis, e as doenças , esse cancer q esta se tornando epidemia . essa semana toda estou com dor de cabeça ... um trabalho caprichado voce fez de pesquisa... vamos aguardar q a cena mude , afinal a terra tem um dono . ufa !!

    ResponderExcluir

Obrigada pela sua presença! Por favor, gostaria de ver seu comentário.

Até um Dia!

Olá, pessoal! Por motivos pessoais, estarei fora da rede durante alguns dias. Volto em breve! Abraços! ...