quarta-feira, 28 de março de 2012

VOO INFINITO






VOO INFINITO



Ah, pobre pássaro afoito!

Deixou-se seduzir pelo azul mortiço

De um céu que era teto,

E não infinito...

daquele breve voo,

Só restou a saudade,

Pois um voo de liberdade,

Não é feito só de asas!...


É preciso o vento,

Passando entre as penas,

E uma vontade firme

Que una o pássaro ao voo.

E que tudo se dê

Em uma manhã serena,

Culmine ao meio-dia,

E sobreviva ao por do sol.


À noite, há de se ter um ninho,

Que sirva de abrigo

Até o momento certo,

O do voo infinito...




3 comentários:

  1. O PÁSSARO CAIU DO PENHASCO. MENINA, POSSO DIZER. A MENINA PÁSSARO DA PENHA CAIU. EMPEDRA CORAÇOES PATERNOS. DESCULPE-ME SENHORA BAILUNE, MAS SUA POESIA ME FEZ LEMBRAR DA MENINA.

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  2. Muito lindo o que escreves, passa sentimentos e encanto em cada verso! Muito bom! beijos ♥

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  3. INTENSO !!! MEGA LINDO....... (OLGUINHA)

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