terça-feira, 13 de março de 2012

ALEGRIA



Vai morrendo a vida em especulações

Morrem os sonhos de tanto medo.

E as alegrias, diamantes raros,

Ficam enterradas entre os rochedos.




Cavo estas pedras com os meus dedos,

O sangue jorra, em tal profusão,

Que os diamantes ficam vermelhos

Dentro da palma da minha mão!




Ah, alegria, pedra tão rara,

Que conquistei por meu próprio esforço!...

Fiz da tristeza ponte suspensa

E estendi-a sobre o desgosto!







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