quarta-feira, 11 de julho de 2012

Manchas de Luar



Manchas esparsas
De um luar derramado
Sobre as folhas
Manchas liquefeitas
De lua derretida
Entre os galhos...

Os olhos seguem a luz,
Da janela do carro,
Movimento, ilusão...

A lua me olha
Me vê liquefeita, derretida,
Passando...

4 comentários:

  1. Segui as manchas e deparei-me com uma aquarela poética encantadora! Abraço do Jorge, tudo de bom.

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  2. Ana , gosto muito quando vc me visita e deixa impresso lá no Rimas Truncadas a sua experiencia com a vida e com a escrita ... como a beleza desse poema ...abçs

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  3. E deixando na emoção de quem lê aquele gostinho de "quero mais"...
    Lindo esse poema!

    Beijuss!

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