segunda-feira, 10 de setembro de 2012

DOBRADIÇAS




As dobradiças rangem,
Pesadas, rígidas
Ao nosso rude esforço
De reabrir as portas...

O ferrugem ruge,
Intenso ruído
De um sentimento em desmanche,
Carcomido.

Tentamos de novo,
Fazemos um esforço
Quebramos argolas
E correntes,

As dobradiças cedem,
Cada vez mais frágeis...
Ao abrir das portas,
Arrastam batentes...



2 comentários:

Obrigada pela sua presença! Por favor, gostaria de ver seu comentário.

Ah, os Italianos! - Parte II

Pôr do sol em Florença... jamais esquecerei. Continuação do texto anterior LIXO – Quando fui jogar o lixo fora pela pri...