quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Imprecisão





Eu miro um horizonte enfermo
Lá, onde jaz o meu desterro
Ermo retrato do porvir.

Ir ou ficar: é só o tempo
Que escreve as linhas desse intento
Céu ou inferno: mesmo caminho?

E a nossa dor de sermos sós
Põe-se ao nascer de um novo sol...
-Mesmo horizonte, o que a acolhe.

Nesse saber que a vida tolhe
Não há retornos no final
Somente as cores do arrebol.



4 comentários:

  1. q forte.... !! eu miro um horizonte enfermo.. showwww................. olguinha costa

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  2. Pelo céu e pelo inferno passamos em nossas jornadas. A interrogação faz parte dela e só lá no fim teremos respostas e entendimento. Bjs.

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  3. Linda construção na magnifica ilustração.
    Muito bom Ana.

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