Asas de ouro
Pesadas
Não alçam voo...
Levam penas,
Duras penas...
O vento só aceita
Penas e plumas
Rarefeitas,
Que a brisa, em sopro,
Alça às alturas.
Há de haver uma razão Para que alguém exista Na vida de outro alguém. Se não há, que não insista; Quem aceita por carência, Entrega mais...
Somente a nobreza dos sentimentos permite o voo. Tudo que não seja necessário ao espírito é supérfluo e impede os sonhos.
ResponderExcluirLindos versos, Ana! Grande abraço.
Maravilhoso,adorei! beijos,tudo de bom,chica
ResponderExcluirBelíssimo! Bjs
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