Raia, dia!
Inunda de luz
Este quarto,
Leva embora
para longe
(E para sempre)
Esse estado de coisas,
Esse fado!
Se é fato consumado,
Consumido está
O fato!
Raia, dia!
Raios o partam!
Quem era aquela moça Que ficou à janela? Passei por ela, há alguns dias, E quase a reconheci. Seus olhos tinham um brilho estranho, O sorr...
Muitas vezes o que salva é justamente a impermanência das coisas. Bjs
ResponderExcluirOlá Ana! Que linda poesia! acho que o que acontece é isto mesmo, depois do fato consumado não se pode voltar no tempo, por iso temos que pensar antes de agir. Bjuss uma linda noite.
ResponderExcluirforte e bem escrito!
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