Bem simbólico o teu ato,
De escolher o mais barato.
Mas aquilo que é de graça,
Só refastela as traças.
Jamais chega ao coração
Algo morto e ressecado,
Mesmo com boa intenção
E delas, são cheia as distâncias.
Onde foi que eu deixei, Em qual banco de praça, Em qual sítio, em qual beira De uma longa calçada? Em qual rua deserta, Em qual banco de tre...
penso q concordo com vc ...
ResponderExcluirTeu modo de escrever é lindo sempre!!bjs chica(de volta!!)
ResponderExcluirO teu poema, mais do que soar bem, é exactamente o oposto do ato simbólico descuidado, ato esse, bem retratado na fotografia.
ResponderExcluirLindo!
Bom fim de semana!
Faz pensar... gosto disso.
ResponderExcluirObrigada pelo carinho com meu trabalho.
Abração e lindo final de semana.
Aninha, sua postagem é encantadora.
ResponderExcluirBjs
Nicinha
Ana, embora a haste ressequida, teremos de imaginar boa intenção.
ResponderExcluirTerá faltado posses para mais.
Beijos
Olá, Ana
ResponderExcluirConciso e belo...
penso que qualquer ato simbólico, sem fazer juízo de valor , já é excepcional e a boa intenção pode até significar que não estais sozinho. Mas há outras maneiras de chegar ao coração de alguém. Enxergando além daquilo que os próprios olhos podem ver. Tentando ultrapassar a barreira da conveniência, senão será como se houvesse um abismo entre os dois corações...
Boa noite, Obrigado pelo carinho, belos dias, beijos
Bem tocante!
ResponderExcluirMuita paz e um abraço...
Muito linda e profunda poesia! Vc sempre vai aos nossos corações com suas belas poesias! bjs,
ResponderExcluirAmei seu espaço, seus escritos com belas expressões poéticas como aqui nesse poema, parabéns
ResponderExcluirBonito , Ana . Muito bonito. Beijos
ResponderExcluirOi Ana. Lindíssimo poema.Parabéns,
ResponderExcluirAbraço.
Como sempre, um belo poema. E que nos põe a pensar...
ResponderExcluirUm visceral poema a descrever ausência... Lindo!
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