Da carne branca, o sumo doce,
No coração, suas sementes
Que são cuspidas entre os dentes.
E o futuro cai no chão
De forma simples, displicente...
Onde foi que eu deixei, Em qual banco de praça, Em qual sítio, em qual beira De uma longa calçada? Em qual rua deserta, Em qual banco de tre...
Ana, uma verdade dita de forma especial. Bjs.
ResponderExcluirOlá,Ana ...essa situação de displicência em relação ao que a vida nos impõe é muitas vezes atribuída ao , suposto, destino inexorável e cruel, contra os quais pensamos ser inútil lutar...por isso, penso eu, não é muito aconselhável para o futuro, ser demasiado displicente ,pois todos temos um caminho longo pela frente e todas as condições de vencer...Agradecido,feliz semana, belos dias,beijos!
ResponderExcluirMuito bem, Ana... Profundidade. Há tantas controvérsias numa maçã.
ResponderExcluirDisplicência, talvez, pois creio que esta seja somente aparente, pois o resultado da displicência pode ser a renascença, ou talvez, uma displicência consciente, talvez.
ResponderExcluirO que sei é que por cá sempre encontro com o que me encantar, grato por isso, e pela amizade e visitas, fica com a bênção do criador e, até mais!
Como o amor, brota na displicência!!!
ResponderExcluirAbraços carinhosos
Maria Teresa
Ana, passo para desejar a você um bom final de semana.
ResponderExcluirAbraços.