sábado, 21 de junho de 2014

ESSA DOR...




Essa dor que dói e passa,
Que passa e dói sem parar
Qual será a sua origem,
Para onde levará?...

Mil volteios, furacões,
Zangados redemoinhos...
Ventos que zumbem canções,
Flores que escondem espinhos...

Essa dor que me arremete,
Acariciando a alma
Quais luvas de leves espinhos
Arranhando a minha calma!...

Chega sempre de repente,
E de repente, se vai,
Sem saber o que a causa,
Sem saber o que a atrai.

Dor sentida, intermitente,
Estende-se sobre poemas,
Nem sabe bem o que sente,
Quando se vai, deixa tremas...

Dor que surge com a noite,
Enganchada em uma estrela
Corta a alma como foice
Dor cruel - hei de vencê-la!




5 comentários:

  1. Aninha, que lindo!
    É um desabafo do coração.
    Bj
    Nicinha

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  2. OI Ana, vai passar!
    Poema sofrido de versos chorosos e doloridos, porém com imagens de um novo porvir.
    Amo teus versos.
    bom domingo

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  3. Simplesmente fabulosa esta tua POESIA, Ana !

    Até o meu coração se arrepiou...

    Um beijo enorme com muita AMIZADE.

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  4. Oi Ana, lindo poema e com certeza vencerá sua dor...
    Já está se permitindo mudar, abraços carinhosos
    Maria Teresa

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