witch lady

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sábado, 6 de outubro de 2012

Temporal






De repente, o dia ficou noite
Acenderam-se as lâmpadas da rua
Bem no meio da tarde.

Pássaros esconderam-se,
Não se ouve nenhum pio...
Há uma carga elétrica no ar,
Pronta a manifestar-se.

De repente, o vento contido
Solta-se em rajadas sem-destino,
Levando consigo, durante o descaminho,
Borboletas desavisadas,
Folhas ressecadas,
Telhados mal-pregados.

De repente, a chuva desaba,
Feito baldes d'água sobre o mundo,
Criando riachos, do que antes
Eram apenas pequenas poças.

De repente, um clarão demente cruza o céu,
Seguido de um violento ribombar:
Forças da natureza em ação,
Árvores inclinam-se para não tombar...
Raios, ventos, trovões...

Temporal mágico-atemporal,
Temporal magnético,
Catarse da natureza...

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

CIÚMES







Horrendo monstro
Que cresce nos becos
Causando destroços
Destruindo sonhos,
Ceifando amizades
Pingando maldade
Goteja perfídia
Na boa vontade...

Horrendo sentir
Que quer para si
A vida de alguém
O tempo, o sorrir,
Somente para si
Deseja e exige
Semeando intrigas
Morrendo e matando
De medo e de culpa...

Horrendo, sofrível
Vazio de amor
Afasta, escurece
Desperta rancor
Os olhos viscosos
E enviesados
Só enxergam maldade
Ressecam sorrisos...

*

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

ASSIM É A VIDA



Torturo-te devagar
Para que não morras 
De dor extrema.
Dou-te um pouco de cor,
Dou-te um poema.

Vou ceifando laços
Do que não mais serve
E não quer ficar.
Deixo-te uma cena
Bucólica, amena,
Um braço de mar.

Torturo-te decepo
Ligações forçadas,
Forjadas no ninho;
Nos tocos doridos
Faço com que surjam
Novos caminhos.

E a graça de tudo
São as luzes que eu penduro
Por entre a escuridão
Que eu mesma provoco
Sempre que eu te toco
Com minha fria mão.

Torturo-te aos poucos
Com vários requintes
De doce crueldade,
Pois quero que saibas
Na ponta da espada
O que é realidade.

Se há um motivo,
Ninguém jamais disse,
Mas cumpro minha sina
De morder e assoprar,
De dar-te e tomar-te.
Assim é a vida.

terça-feira, 2 de outubro de 2012

SUSTO








Por mais que luar,
Por mais que estrelas,
A mata é negra
E ameaçadora.
E a lua, enganadora,
Projeta sombras
Atrás de cada arbusto...

A cada curva
Um novo susto.

*

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Às Vezes



Às vezes, os dias não são claros,
E parece que há uma nuvem negra
Pairando sobre tudo.
Nem mesmo o brilho do sol, do lado de fora,
Parece iluminar a escuridão do lado de dentro.

É justamente nesta hora
Que precisamos tirar forças
De onde nem pensamos que ela possa brotar
Para tentar, ao menos tentar...

E mesmo que o mundo inteiro
Pareça ter nos esquecido,
Ainda teremos a nós mesmos, sempre!
Teremos nossos sonhos, a nos contemplar,
A lida do dia, coisas a serem feitas,
Começadas, continuadas e terminadas.

Às vezes, é preciso cortar laços
Para evitar o constrangimento
De não sermos mais amados,
Ou pior ainda,
Descobrir que nunca fomos; tudo era, simplesmente,
Um grande jogo de interesses escusos. 

Todos os dias, alguém pode tentar
Matar a nossa alma,
E pode ser que consigam, 
Com a nossa permissão.
Mas sempre será preferível
Cortar fora um só pedaço
A entregá-la por inteiro
A quem nunca a mereceu.

Às vezes, é preciso fazer escolhas
Muito, muito difíceis para nós,
Mas que sabemos, tornarão mais fáceis
Outros caminhos.

Pois como eu bem já disse,
Às vezes é preciso cortar laços
Para evitar o constrangimento
De não sermos mais amados.





domingo, 30 de setembro de 2012

Névoa da Manhã




Milhões de insetos, por entre a névoa,
Deslizam livres à luz do sol...
Luz matinal, leve, translúcida,
Gotas minúsculas ao arrebol...

Névoa de nuvens de cristais baços
Formando laços por entre as copas
Das calmas árvores, que ainda dormem...
Braços de galhos à luz amorfa!

Névoa, emaranha-te em meus cabelos
Como novelos de branca luz!
Seduz, desperta, com tua mão fria
Desfaz o laço dos meus segredos...

Névoa de gaze, levai meus medos
Desfaça-os todos com os teus dedos...
Solta-os no ar da tua brancura,
Brilhos de insetos em tua candura...

ECOS



Gritos loucos
à entrada da caverna
Onde moravam
(Ou pelo menos, era assim que acreditava)
Os monstros que ela mesma criava...

Eeeeeeco!
-Eeeeeeco!
Respondiam-lhe.
E quanto mais alto gritava,
Mais alto respondiam-lhe os monstros.

Se ao menos ela percebesse...

Canção do Desamor




Canção do desamor 

Sinto muito; não te amo,
Não sei como aconteceu.
Não há rastros do que fomos,
Nem sequer uma lembrança
Que me impeça de esquecer-te.

Pois de ti em mim só resta
Uma ruga sobre a testa,
Uma foto desbotando,
Um odor que sai, lavando,
Um torpor de fim de festa.

Sinto muito; não te amo.
Esse teu suposto amor
Nada é, senão costume,
Deixa em nós um azedume,
Sei que podes me esquecer.

Ao sair, deixe na casa
A cópia da minha chave.
Leve embora teus sinais,
Teus resquícios e lembranças
Mate toda a esperança.

Sinto muito, não te amo!

Estar Triste





Estar Triste

A tristeza
É como a bruma sobre a paisagem,
Ela deixa tudo incerto
E tudo encoberto
Por uma névoa branca e fria.

É um canto Gregoriano
Vindo do fundo de uma igreja,
Um réquiem,
A tristeza...

É um pássaro que olha para fora,
De dentro de uma gaiola,
É alguém que grita sozinho
E sem esperanças
No meio de um deserto,
E que sente uma sede
Para a qual,
Não existe água...
Morre
Aos poucos
De sede.

A tristeza
É descobrir-se cinzento
Em um dia em que tudo é azul.
É não ser capaz de sorrir
Quando a música toca, e todos dançam.
A tristeza
É a criança
Sentada na calçada fria,
Faminta e descalça.

A tristeza é um rio,
Que corre entre pedras limosas,
E tenta chegar até as rosas,
Mas elas morrem secas,
À margem.

Minhas Visitas



Recebo muitas visitas aqui em casa, todos os dias. Além dos meus alunos que circulam, entrando e saindo o dia todo, recebo sempre as melhores visitas que alguém poderia receber: animais! Criaturas puras, encantadoras e cheias de vida, que transmitem sempre as melhores energias do mundo.

Esse cara aí da foto virou um frequentador recentemente. E anda trazendo a sua namorada, uma belíssima Senhora Jacu. Também tem os esquilos (recentemente, um deles passou por cima de meu pé enquanto eu andava distraidamente na grama) os macaquinhos, os muitos pássaros, borboletas, joaninhas, formigas com bumbum dourado, enfim, uma infinidade colorida e alegre de VIDA.

E o melhor de tudo, é que são criaturas cuja presença traz apenas encanto, beleza, leveza, diversão. Eles jamais nos questionam ou reclamam por não terem gostado do tipo de frutas que colocamos para eles, ou das músicas que tocam no aparelho de som, ou das palavras que dizemos. E eu garanto: observando o seu modo de ser e viver, podemos aprender muitas coisas, sempre!

Hidra



Se vais julgar-me,
Faça-o antes que eu esmague
Entre meus dedos
Dos teus argumentos
O arremedo,
Faça-o depressa, e sem medo.

Se vais apresentar a acusação,
Esqueças antes, que tens um coração,
E ao abrir da boca, erga a cabeça...

Mas toma cuidado, pois a vida
Tem tantas cabeças quanto a Hidra,
E todas elas juntas, afinal,
Julgar-te-hão, eu sei, e isto é fatal.


Que a Tua Casa Seja Onde Está Teu Coração



Temos o livre arbítrio para escolher com quem e onde gostaríamos de estar. Temos o direito natural de escolher nossos amigos, manifestarmos nossas idéias e opiniões, de incluirmos e excluirmos quem desejarmos de nossas vidas. Assim, também somos incluídos e excluídos.

E por mais que tentem nos calar a boca, para que deixemos de expressar nossos pensamentos e ideias, jamais devemos baixar as nossas cabeças, aceitando aquilo que os outros nos impõe como certo apenas para 'manter a paz,' às custas de nossa alma. E isto pode significar desagradar a alguns. Pode ser que alguns nos virem as costas, apenas porque não concordamos com eles, e que levem junto com eles, outras pessoas que amamos, influenciadas (mal influenciadas) por suas opiniões. Quando isto acontece, dói; mas é uma dor que vale a pena, pois ficamos sabendo quem gosta realmente de nós.

Não é fácil descobrir que pessoas que vemos crescer, levamos à escola, alimentamos, banhamos, e sempre tratamos com o maior carinho e consideração, nos viraram as costas devido a influências de terceiros; não souberam separar as coisas. Não é fácil descobrir que para elas, nós nunca fomos nada, e que elas podem viver muito bem sem a nossa presença, que julgávamos importante.

Mas ao mesmo tempo, descobrimos que sobrevivemos. E que embora possamos continuar gostando delas, e de longe, desejando a elas tudo de melhor, podemos também viver sem a presença delas. Porque a vida é feita de escolhas; escolhemos e somos escolhidos. Rejeitamos e somos rejeitados. E é melhor , muitas vezes, não matar a si mesmo apenas para fazer parte do rebanho, cujo líder nos sufoca.

Respeito a liberdade de escolha de cada um. A vocês, os meus mais sinceros votos de que sejam sempre muito felizes, e de que percebam que seu lar será sempre onde seu coração está. Espero que as escolhas que estejam fazendo sejam muito bem pensadas, e que o solo sob suas casas seja sempre bem firme.

sábado, 29 de setembro de 2012

OURO



Ouro nas folhas de outono
Que cismam com a primavera
Que pensa que é inverno
E sonha com o verão...

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Quando eu Te Olho



Às vezes, quando eu te olho
Me lembro do quanto eras jovem,
Me lembro do quanto eu mudei
E de que jamais crescemos...

Apenas demos as mãos
E saímos a brincar
Lá fora, nesse jardim
Onde o sol se derramou
Com seus raios, em mil feixes
Sobre nossa juventude,

E a tempestade caiu
Sobre nós, com seus trovões,
Derrubando das roseiras
As rosas que tinham brotado,

E o outono deu seus frutos
Que comemos, tão famintos,
Nos caminhos que seguimos
 Tentando encontrar respostas,
Vislumbres do infinito...

Às vezes, quando eu te olho,
Me lembro que já choramos
Já sorrimos, já amamos,
Já sofremos, no entanto
Acho que jamais crescemos...

Somos aquelas crianças
Que um dia, se encontraram
Às portas deste jardim
E que bem juntas, sonharam
Com cores de primavera,
Com as chuvas do verão,
Com as rosas que brotaram,
Desfolharam pelo chão.

Às vezes, quando eu te olho,
Meus olhos se enchem d'água
Pela sede que nos mata,
Pelas fontes que secamos.

Uma vez, houve um verão
No qual nós amanhecemos,
E depois, anoitecemos
Desatentos, nos perdemos...

Às vezes, quando eu te olho,
Me dá um nó na garganta
Pois eu nos vejo crianças
De mãos dadas, pelo tempo
Que murchou as esperanças,
Amareleceu lembranças
E nós dois não percebemos.

Às vezes, quando eu te olho,
Sinto um fôlego surgir,
Dá vontade de sair
Descalça pelo jardim

E acolher nossas crianças
Que há tempos, nós perdemos
E dizer que não se assustem,
Afinal, nunca crescemos!...

HOJE







Hoje é um dia feliz,
Separado do ontem.
Não o contaminemos 
Com o incerto amanhã!

Hoje, estou à janela,
Vendo grossas gotas esparsas
De uma chuva que não chega
Mas que cai em ameaças...

E isso, agora,
É tão lindo,
Dentro da paisagem baça!
Se a chuva cai ou não,
Realmente, não importa!

COMANDO







Cabeça erguida
Olhos presos
Ao que vem lá do horizonte...
Tempestades, ventos,
calmaria, montes
de icebergs
De pontas diminutas
E corpos imensos...

É o mar que rema o barco,
É o mar o comandante...
Jamais a lugar algum
Se chega depois, ou antes...

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Nada há de Ser...






Nada há de ser
Para sempre...
Nenhuma dor,
Ou alegria,
Nem mesmo
Um dia
Há de repetir-se.

E aquilo mesmo
Que nos parece
Nunca mudar,
Mudará sempre,
Todos os dias
Quando aprendermos
A enxergar.



quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Tua Importância



Tu és a linha que perpassa 
E alinhava
As minhas partes
Para que não se soltem,
Ficando caídas
Pelas estradas.

És o refúgio que me acolhe
Ao fim do dia
Em negras noites
Dizendo para que eu me acalme:
"Tudo passa."

És a água benta que me benze
E que espanta
Os mil fantasmas que me seguem
E me atormentam
Soprando preces mentirosas
Em meus ouvidos.

És a razão e o sentido
De eu estar eu
E não alguma coisa morta
Apodrecida,
Sem sentimento e sem palavra
No vão da vida.

És a esperança que me acena
No horizonte do futuro
E quando nada mais restar
Eu correrei para os teus braços
Para poder me encontrar.




Receita para a Infelicidade Permanente



Durante muito tempo em minha vida, eu me preocupei demasiadamente com o que os outros iam pensar de mim: minha roupa causará boa impressão? Estou magra / gorda demais? O que eu disse foi estúpido? Estou cometendo erros gramaticais quando escrevo? Etc, etc...

Com o tempo, aprendi que ninguém está na minha pele. Ninguém vê o mundo através dos meus olhos, e nem verá. Ninguém entende, realmente, os meus motivos para fazer as coisas que eu faço e pensar as coisas que eu penso. Ninguém enxerga o mundo como eu. E é bom que seja assim, que haja essa diversidade de pensamentos, ações e sentimentos.

Existem sempre no mundo, pessoas que acham que podem ditar o comportamento alheio. Elas nascem e se fortalecem a partir do momento que sua personalidade forte assume dominância através de outras personalidades mais fracas que as rodeiam. Daí, elas passam a liderar grupos, ditar comportamentos, decidir o que é certo e o que é errado, e algumas, até se atrevem a decidir o que você tem que pensar, de quem gostar, o que vestir. E isso durará um longo tempo, enquanto ninguém levantar a cabeça e dizer: "NÃO! CHEGA!" 

Quando estamos fracos, torna-se mais fácil e cômodo seguirmos alguém mais forte, que decida por nós e determine para nós o que é certo e o que é errado. Estas pessoas passam a vampirizar as outras, com a permissão destas! 

Amigo de verdade, ensina a gente a nos virarmos sozinhos; amigos de verdade nos querem ver independentes e fortes. Não desejam que estejamos sob suas asas 'protetoras' o tempo todo. Não ficam loucos de raiva se discordamos deles. Não colocam os outros contra nós quando decidimos por nós mesmos, indo contra a determinação deles.

Aprendi a duras penas que a mais eficaz receita para a total infelicidade, é dar poder a estas pessoas. Quer ser infeliz? Passe a preocupar-se, a todo momento, com o quê estão pensando de você. Tudo o que fizer, imagine que existem pessoas te observando, te cobrando comportamentos e atitudes, e que seu dever é agradá-las e viver conforme o que elas pensam que é certo. Morra de vergonha de falhar, de ser fraco, de ser humano. Antes de fazer qualquer coisa, pense antes se esta(s) pessoa(s)  aprovaria (m). Em breve, você estará reduzido a um ser humano sem vontade própria, cheio de medos, preconceitos e demais grilos na cabeça.

Ninguém precisa pedir permissão a ninguém para ser como quer ser. Desde que se tenha em mente que ações provocam reações, e que para tudo o que fazemos haverá uma consequência correspondente, seremos capazes de julgar por nós mesmos, sem a ajuda de ninguém, o que é melhor para nós.

Quanto aos 'amigos' deste tipo, eles merecem uma grande banana. Mandem eles catarem coquinhos.

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Cores & Humores




A ideia de que as cores das quais nos cercamos afetam nossos humores, é bem antiga. Eu achava que tudo não passava de um truque para vender tintas, mas pensando melhor - e vivendo mais - descobri que existe verdade nesta afirmativa.

Houve uma época de minha adolescência, cheia de questionamentos e perdas, inseguranças e mudanças. Naquele tempo, eu me vestia de cinza e de preto. Mais tarde, o azul foi a cor predominante, e quando conheci meu atual marido, cerquei-me de rosa, de todos os tons, principalmente, o rosa-choque. 

Em outra ocasião, na qual buscava conhecimento espiritual, vestia muito roxo e lilás. Mas tudo isso, sem nem sequer ter a menor noção de que as cores tinham influência na nossa vida. Ao mudarmos para esta casa, nós pintamos um cômodo de cada cor, predominando, por dentro, o ocre e o verde-claro, e do lado de fora, o laranja forte: casa grande, desejo de socialização... 

Em ocasião da doença de um ente querido, voltei ao preto, marinho, cinza... o que só percebi pouco antes da morte dele.

Já houve diferentes épocas em minha vida, em que diferentes cores predominaram; já fui preto, cinza, azul, amarelo, roxo, verde, branco, laranja, estampado colorido... hoje, estou mais para as cores sóbrias, como marrom, verde-musgo, azul. Mandei pintar minha sala de aula, que era verde-água, de azul claro, uma cor que sempre detestei ver em paredes, e até agora, ainda não compreendi o motivo de minha escolha...

Segundo o Feng Shui - filosofia chinesa que prega que a escolha do terreno, a posição da porta de entrada, as cores, a disposição de móveis dentro de uma casa, etc., pode afetar seus moradores - existem diferentes áreas na vida que podem ser afetadas pelas cores. Segundo o livro "Feng Shui- Harmonia dos Espaços", de Nancy SanTopietro, eis algumas dicas de como usar as cores dentro de sua casa:

Para estimular a energia: amarelo, vermelho, turquesa, cores alegres.

Para tornar a energia mais lenta (em casas onde há crianças muito agitadas, por exemplo): marrons, ferrugens e cores escuras.

Para suavizar a energia: Rosas e verdes claros, corais, tons pastel.

Para atrair energia: vermelhos, dourados e violetas intensos.

Para neutralizar energias (por exemplo, em espaços por onde circulam muitas pessoas): brancos, beges e castanhos.

Aumentar a criatividade: laranja, turquesa e azul vibrante.

Aumentar a espiritualidade: Roxo, violeta e branco.

Cores sexuais: Vermelho, preto, laranja e rosa-choque.

Cores do poder: Dourados, preto, vinho, vermelho e azul-real.

Cores para estimular o romantismo: rosa, vermelho, laranja e verdes quentes.

Cores frias: Azul, verde-piscina e lavanda.

Se você pensar no assunto e puxar pela memória, também notará que teve suas fases de cores... elas refletem as mudanças pelas quais estamos passando, ou que precisamos passar.

Qual é a sua cor hoje?

Parceiros

ESFORÇO

 A vida demanda esforços. Nem tudo vem fácil, mas tudo vai fácil. Começar nem sempre significa ter tudo prontinho, preparado, com todas as c...