sábado, 10 de outubro de 2015

EU E A ESPERANÇA





Passamos a noite abraçadas,
Eu e a esperança.
Carinhosamente,
Ela moveu seus dedos
Entre meus cabelos,
Para que meu sono fosse leve.

Ao despertar,
Compreendi minha solidão,
Pois a esperança
É uma trança frouxa
Que se desmancha ao amanhecer.




7 comentários:

  1. Vejo tanta tristeza nas tuas palavras, Ana, que até me dói o coração...
    Mas que o poema é magnífico, isso é !

    Um beijo que se prenda nos teus cabelos dia e noite.

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  2. Precisamos da esperança para sonhar,
    que são se torne volátil ao amanhecer,
    mas que nos acompanhe para o viver.
    Lindo, Ana, abraços carinhosos
    Maria Teresa

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  3. Uau. A esperança só existe quando sonhamos. Belíssimo.

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  4. Boa tarde, Ana.
    Que jeito interessante de ver a esperança,totalmente demais.
    A poetizou bem demais.
    Sem ela, nossos sonhos acabam e a ilusão fica.
    Bom demais.
    Tenha uma semana de paz.
    Beijos na alma.

    http://divasdapoesianaturalmente.blogspot.com.br/2015/10/o-habitante-by-patricia-pinna-zilda.html

    http://redescobrindoaalma.blogspot.com.br/2015/10/dialogo-com-chronos.html

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  5. Ana, me embrenhei nesses versos. Preciso urgente refazer as tranças e torcer para não desmancharem no primeiro deslize.

    Tua poética toca meus sentidos...

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