terça-feira, 24 de maio de 2016

A Resposta







A resposta, é que eu fiquei
Quando tudo  mais passou.

Aquela voz derreteu,
 Desapareceu no chão
Para nunca mais voltar.

As correntes que prendiam
Os dementes tornolezos
Seguram só esqueletos
Que nunca, nada dirão...







8 comentários:

  1. Lindos e intensos versos,Ana! bjs, tudo de bom,chica

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  2. Lindo e enigmático seus versos.
    Como sempre, uma ótima leitura.

    Muito bom!

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  3. Olá Ana, lindo uso da figura, neste comovente e profundo poema entre angustia e desprendimento da dor.Belíssimo trabalho.
    Um abração amiga.
    Bju

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  4. Boa tarde, Ana!
    A resposta é contudente e triste, porém, delineada em versos ricamente constituído de póetica sem igual. E o amanhã haverá de transmutar a tristeza em paz e alegria. Parabéns, amiga, e um abraço com o carinho de sempre.

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  5. A fé nos mantém!
    Muito intenso e libertador...
    Abraços carinhosos
    Maria Teresa

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