NO MEIO DO CAMINHO
No meio do caminho sempre parado,
Sem saber se vai, sem saber se fica,
Se quer seguir à pé, ou se toma um barco,
Enquanto a chuva e o sol se intercalam
Os dias gritam e as noites se calam.
No meio do caminho, rosto retorcido,
Algo tão bizarro, entre lágrima e riso,
Os pés invertidos feito um Curupira
Braços encolhidos - protegendo o rosto
Ou a mentira?
No meio do caminho ficarás, vazio,
Pois seguirei em frente sem olhar para trás
Porque o meu adeus, embora tardio,
Tem sobre ele um selo escrito: "Nunca mais!"
No meio do caminho sempre parado,
Sem saber se vai, sem saber se fica,
Se quer seguir à pé, ou se toma um barco,
Enquanto a chuva e o sol se intercalam
Os dias gritam e as noites se calam.
No meio do caminho, rosto retorcido,
Algo tão bizarro, entre lágrima e riso,
Os pés invertidos feito um Curupira
Braços encolhidos - protegendo o rosto
Ou a mentira?
No meio do caminho ficarás, vazio,
Pois seguirei em frente sem olhar para trás
Porque o meu adeus, embora tardio,
Tem sobre ele um selo escrito: "Nunca mais!"
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