A resposta, é que eu fiquei
Quando tudo mais passou.
Aquela voz derreteu,
Desapareceu no chão
Para nunca mais voltar.
As correntes que prendiam
Os dementes tornolezos
Seguram só esqueletos
Que nunca, nada dirão...
Seu corpo É como uma oca vazia de chão batido, A fileira de pó subindo Em direção ao telhado de palha Feito um desejo reprimido, Poi...
Lindos e intensos versos,Ana! bjs, tudo de bom,chica
ResponderExcluirMuito bonito, Ana !
ResponderExcluirUm beijo grande e amigo.
Lindo e enigmático seus versos.
ResponderExcluirComo sempre, uma ótima leitura.
Muito bom!
Olá Ana, lindo uso da figura, neste comovente e profundo poema entre angustia e desprendimento da dor.Belíssimo trabalho.
ResponderExcluirUm abração amiga.
Bju
Libertador.
ResponderExcluirbjokas =)
Um poema triste e enigmático.
ResponderExcluirUm abraço.
Boa tarde, Ana!
ResponderExcluirA resposta é contudente e triste, porém, delineada em versos ricamente constituído de póetica sem igual. E o amanhã haverá de transmutar a tristeza em paz e alegria. Parabéns, amiga, e um abraço com o carinho de sempre.
A fé nos mantém!
ResponderExcluirMuito intenso e libertador...
Abraços carinhosos
Maria Teresa